quinta-feira, 12 de abril de 2012

STF libera a interrupção de gravidez de feto anencéfalo

A lei foi aprovada.
Eu sou contra todo tipo de aborto, mas entendo os casos de estupro, de risco a vida da mãe, mesmo sendo contra não critico afinal so quem passa pela situação sabe o que sente.
Mas aquela vida ali gerada não tem culpa.
O fato é que eu nem sei bem minha opinião sobre esse assunto, afinal você passar por uma gestação inteira sabendo que seu filho não vai sobreviver, não é facil.
Você cria mais amor por aquele bebe, tem a esperança de ser um diagnostico errado, tenta fazer planos...
Mas e ai? se o diagnostico estiver errado mesmo? quantas vidas serão perdidas.
Vocês mães acho que vão concordar comigo agora, tudo bem que são os pais que vão escolher se vão abortar ou não, mas vai ter a pressão do medico sim, dizendo que é um bebe que vai morrer, que não tem sentimentos, que tem que fazer o aborto, que é um risco de vida desnecessario, por isso sou contra a liberação, acho que vai de cada caso pedir autorização judicial (claro sem a terrivel demora).
Os pais naquele momento de duvidas, sofrimento, vão muito pelos medicos.
A minha maior preocupação é com o erro medico.
Semestre passado eu estudei com uma mãe que passou a gestação inteira escutando que seu filho não tinha cerebro, que ela deveria abortar (não tinha nem lei e o medico ja fazia pressão) que o bebe ia morrer...
Ela tem ate exames na casa dela. Ela decidiu ter, disse que se fosse para morrer, que moresse, mas que não seria ela que interromperia a gravidez.
O bebe nasceu, sabe como? Perfeito!!! Sem nenhum problema, esta ai grande, com saude, normalzinho.
Se fosse comigo não sei o que iria fazer.
Acho que sofreria muito, mas acho que não abortaria.
Acho ne, ninguem sabe o que fazer ate passar por ela.
E você o que faria?

13 comentários:

  1. Oi Rafa, eu acho este assunto polêmico, eu não sou a favor do aborto mas no caso de estupro eu concordo, essa lei não obriga a mãe a fazer o aborto mas os médicos que não tem amor a profissão, vão fazer muita pressão as mamães que passarem por esta situação, então ficaremos alertas não confiem em médicos, peçam 2, 3 ou varias opiniões e exijam exames detalhados. Bjinhus obrigada pela visitinha

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  2. Aqui no ES saiu ontem na matéria de capa do jornal A Tribuna o caso de uma jovem de 18 anos que espera uma menina nessas condições, ela vai levar a gravidez adiante, está até comprando enxoval, disse que mesmo que o bebê viva apenas 01 hora, mas ela vai ser mãe, não vai interromper a gravidez.
    Imagino o sofrimento de uma mãe saber que espera um bebê nessas condições, mas é como vc disse, já pensou se os médicos estiverem errados e o bebê nascer perfeito? Serão muitas vidas inocentes perdidas, eu sou contra até em caso de estupro, o bebê não tem culpa, que a criança nasça e seja doada para pessoas que não podem gerar um bebê.
    Bjos

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  3. REalmente é uma responsabilidade e tanto ter que responder a uma pergunta dessas. Mas acredito que a escolha deve ser individual. Por isso sou a favor do aborto, com autorização judicial (e sem demoras, por favor), ainda que pessoalmente eu JAMAIS abortaria. Mas acho que se alguém resolve abortar é porque não se sente minimamente preparado para arcar com as responsabilidades de se ter uma criança. E tantas histórias de maus tratos ou de abandono estão aí para provar isso.

    Beijo,
    Karen

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  4. Sou contra essa lei, aliás sou contra o aborto em qualquer situação porque vou pelos meus princípios religiosos,mas cada mulher deve saber o que fazer de sua própria vida, temos o livre arbítrio, eu jamais abortaria mesmo sabendo que a criança poderia não sobreviver, mas cada caso é um caso né...bjus

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  5. Tbm penso como vc Rafaella. Eu creio que a vontade de Deus nunca vai nos levar onde ele não possa nos protejer e tbm não me imagino abortando msm passando por essa situação. Acredito que confiar em Deus é enfrentar TUDO sempre descansando nele....masssssssss como se diz né: falar é fácil, só passando por essa situação msm para julgar... Sou a favor do direito de deixar cada mãe decidir o caminho a aseguir, então, pra mim a lei é válida. O próprio Deus nos deu o livre arbítrio, então quem somos nós pra proibir isso né... bjk

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  6. Oi Rafa! Primeiro obrigado pelos comentários viu! To meio relaxada com a net e to em falta com os bloguinhos, mas adoro seus recados!

    Quanto ao assunto da postagem,não discordo totalmente! Ta, cada caso é um caso, eu sofreria eternamente se fizesse um aborto. Depois com certeza ficaria pensando se não teria sido diferente. Me sentiria culpada e pecadora.Já vi tantos casos de crianças que sobreviveram, as vezes por pouco tempo, mas que trouxeram tanta alegria e força a seus pais, q não se arrependeram nenhum minuto de te-las tido. Mas tem pessoas psicológicamente frágeis, pra quem seria um verdadeiro inferno passar por isso. E se é da vontade delas, creio que deve ser respeitado tambem. Mas daí precizaria ter a orientação contrária, explicar que tudo pode acontecer,que há chances, ainda que pequenas, e como a pessoa vai suportar a vida após ter feito isso. Ter sempre um acompanhamento a favor da continuidade da gestação, uma preparação para o que vier. Já vi casos tambem que a pessoa não conseguiu autorização, sofreu horrores, o bebe nasceu morto como se previu, e a pessoa não vive mais em paz. Pra quem já viveu em depressão sabe que isso tambem é muito triste. E se pararmos pra pensar, os que não quizerem continuar farão uso da lei, e os que quizerem ter, não farão. Mas que os abortos aumentarão, com certeza, pois num momento frágil somos mais facilmente levados pelo que o médico possa dizer... È complicado, não? Todo caso devia ser delicadamente analizado, com mais de uma opinião médica... Grande beijo!

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  7. Eu compartilho da sua opinião em relação ao aborto. Em caso de estupro e risco de vida deveria ser permitido, no caso dos pais quererem, alguns não querem nem assim. Sobre fetos anencéfalos, eu achava que eles não tinham a menor chance de sobreviver, até conhecer essa história http://amadavitoriadecristo.blogspot.com.br/
    Não sei se vc já conhecia, se não, vale a pena. É uma lição de vida e humanidade.

    Beijo!

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  8. Acho muito relativo...
    Não consigo me imaginar vivendo uma situação dessas... Mas acho que não abortaria, pq para Deus nada é impossível, e se foi ele que fez a obra, essa gestação merece ser tratada com todo o amor e glória e que seja o que Ele quiser...
    Acho que agiria assim, mas realmente... Não tenho certeza... Beijinhos amiga

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  9. É uma questão muito delicada, acho que a mãe tem ter o direito de escolher se quer ou não continuar, eu acredito que a maioria das mães, mesmo sabendo de tudo iria querer continuar a gestação, sou a favor da lei natural, se o bebê irá falecer então deixa correr o curso... porém como vc disse é muito difícil dizer, só passando para saber. De qualquer forma o sofrimento é muito grande, tanto quando a mãe opta pelo aborto, quando quando o bebê nasce de não sobrevivi. Sou contra ter uma lei sobre o assunto por que, acredito que seja uma decisão da família, sem ter nada que influencie, até por que os médicos ERRAM SIM.

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  10. Oi Rafa...
    Esse assunto realmente é muito polêmico.
    Tenho uma amiga que o médico disse que o bebê dela tinha síndrome de down, porém a bebê nasceu e o médico errou.
    Esse é o problema: os médicos podem sim se enganar.
    Complicado, né?
    BJs.

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  11. Rafaella

    Bem, esse assunto é polêmico.
    Na verdade, não vai ser assim "é anencéfalo vai lá e tira".
    Pra poder fazer a interrupção da gravidez vai ser preciso o diagnóstico de uma junta médica, ou seja, muito menos passível de um erro médico. Aliás, quase impossível.

    Outra, os pais vão continuar tendo a opção de não o fazerem, simplesmente. Podem optar por levar a gestação a termo e fazer o parto.
    Ninguém é obrigado a nada.

    Uma gestação como essa pode sim trazer riscos a saúde da mãe. Não é só a questão do "bebê".

    É difícil. Gestar uma criança que não tem nenhuma chance de vida extra-útero não deve ser fácil.
    Mas, como você disse, cabe aos pais decidirem o que é melhor pra eles.

    Beijo

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  12. Pois é Rafa, tá aí um assunto mega polémico !
    Eu acho q essa decisão somente pode ser tomada pela mulher q está passando por essa situação, ela têm todo o direito de não querer levar uma gravidez até o fim em casos de estupro, risco de vida e anencefalia. É um direito dela e ponto !
    Óbvio q ela terá q ter em mãos vários laudos médicos q comprovem isso, não vai bastar ela querer fazer o aborto e pronto né gente ?
    Eu sei q eu nunca fiz e nunca nem cogitei fazer um aborto, mas, também nunca passei por uma situação tão complicada como essa, nunca senti isso na pele !
    Falar e julgar é fácil né ?
    Por isso acho q essa decisão só cabe a mulher e ao seu esposo !

    Bjo !

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  13. oie... tem selinho para vc la no blog pega lá depois :)

    http://diariodeumanoiva2012.blogspot.com.br/

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Davi e eu adoramos sua visita...